Internacional. Patinetes para brigar com Ubers
A Bird, uma startup de Los Angeles, nos Estados Unidos, anunciou ontem ter levantado US$ 300 milhões junto a alguns dos principais fundos do Vale do Silício. Para uma empresa que ainda não completou um ano de idade, é uma conta estonteante até para os padrões do Vale. Já havia conseguido US$ 100 milhões em fevereiro — ao todo, tem em caixa US$ 418 milhões e está avaliada em US$ 2 bilhões. Seu negócio? Quer ser a Uber dos patinetes elétricos. Pois é. Talvez a maior aposta do Vale do Silício, em 2018, sejam os patinetes elétricos. E, se a ideia parece de todo disparatada, não custa lembrar que é a aposta de algumas pessoas brilhantes. Cometem erros, claro. Mas, considerando a hipótese de que possam estar certos, compreendê-los diz muito a respeito de como o Vale pensa e funciona. E esta é uma história que começa em São Francisco, a capital informal do mundo digital. Em fevereiro, quem andasse por Sanfran não as veria. Em abril, estavam por toda parte. Foi rápido. Elas funcionam co...